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Congelamento de óvulos: opção mais segura e eficaz para mulheres que desejam adiar a maternidade

Postergar a maternidade é cada vez mais o desejo de muitas mulheres. Para isso, o congelamento de óvulos surge como uma alternativa importante, garantindo maior segurança e eficiência na realização desse sonho. 

Idades superiores a 35 anos são consideradas desfavoráveis para engravidar, sob o ponto de vista biológico, já que a qualidade e quantidade dos óvulos é inferior. A fertilidade tem, portanto, relação direta com a faixa etária da mulher. Ao nascer, estima-se que a mulher tenha por volta de 7 milhões de óvulos, valor que se reduz aos 500 mil quando ocorre a primeira menstruação, chegando a menos de 25 mil aos 42 anos. Os principais marcadores da reserva ovariana são a dosagem do hormônio antimulleriano e a contagem de folículos antrais via ultrassom transvaginal. 

Os riscos de aborto e má formação fetal crescem consideravelmente com o avanço da idade da mulher. O risco de Síndrome de Down, por exemplo, é de 1 a cada 1.250 mulheres aos 25 anos, sendo de 1 para 100 mulheres aos 40 anos. O diagnóstico desta e de outras síndromes pode ser feito antes que a gestação aconteça, como o PGT – Teste genético pré-implantação, que analisa geneticamente os embriões obtidos na fertilização in vitro. 

O congelamento de óvulos não assegura 100% uma gestação bem sucedida, assim como todo tratamento na área de reprodução humana: as chances variam entre 45-60% por tentativa, e o ideal é que o congelamento seja realizado antes dos 35 anos, quando as taxas são melhores. Com os avanços das técnicas, há diversas opções que auxiliam a mulher a preservar a fertilidade e diminuir possíveis riscos de uma gestação tardia. Assim, se uma mulher congelar os óvulos aos 35 anos, mesmo que ela os descongele aos 40 anos, a chance de engravidar permanece a mesma de uma mulher de 35 anos. Os óvulos congelados podem ser utilizados para:

– Aumentar a eficácia da fertilização in vitro;

– Possível doação de óvulos;

– Como alternativa ao congelamento de embriões;

– Preservar a fertilidade em mulheres com necessidade de retirar ovários ou em tratamentos de quimio ou radioterapia;

– Mulheres que desejam adiar a maternidade.

Abaixo, confira como funciona o processo de congelamento!

Congelamento de óvulos: opção mais segura e eficaz para mulheres que desejam adiar a maternidade

Postergar a maternidade é cada vez mais o desejo de muitas mulheres. Para isso, o congelamento de óvulos surge como uma alternativa importante, garantindo maior segurança e eficiência na realização desse sonho. 

Idades superiores a 35 anos são consideradas desfavoráveis para engravidar, sob o ponto de vista biológico, já que a qualidade e quantidade dos óvulos é inferior. A fertilidade tem, portanto, relação direta com a faixa etária da mulher. Ao nascer, estima-se que a mulher tenha por volta de 7 milhões de óvulos, valor que se reduz aos 500 mil quando ocorre a primeira menstruação, chegando a menos de 25 mil aos 42 anos. Os principais marcadores da reserva ovariana são a dosagem do hormônio antimulleriano e a contagem de folículos antrais via ultrassom transvaginal. 

Os riscos de aborto e má formação fetal crescem consideravelmente com o avanço da idade da mulher. O risco de Síndrome de Down, por exemplo, é de 1 a cada 1.250 mulheres aos 25 anos, sendo de 1 para 100 mulheres aos 40 anos. O diagnóstico desta e de outras síndromes pode ser feito antes que a gestação aconteça, como o PGT – Teste genético pré-implantação, que analisa geneticamente os embriões obtidos na fertilização in vitro. 

O congelamento de óvulos não assegura 100% uma gestação bem sucedida, assim como todo tratamento na área de reprodução humana: as chances variam entre 45-60% por tentativa, e o ideal é que o congelamento seja realizado antes dos 35 anos, quando as taxas são melhores. Com os avanços das técnicas, há diversas opções que auxiliam a mulher a preservar a fertilidade e diminuir possíveis riscos de uma gestação tardia. Assim, se uma mulher congelar os óvulos aos 35 anos, mesmo que ela os descongele aos 40 anos, a chance de engravidar permanece a mesma de uma mulher de 35 anos. Os óvulos congelados podem ser utilizados para:

– Aumentar a eficácia da fertilização in vitro;

– Possível doação de óvulos;

– Como alternativa ao congelamento de embriões;

– Preservar a fertilidade em mulheres com necessidade de retirar ovários ou em tratamentos de quimio ou radioterapia;

– Mulheres que desejam adiar a maternidade.

Abaixo, confira como funciona o processo de congelamento!

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