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Congelamento de óvulos

Com a entrada cada vez mais forte da mulher no mercado de trabalho, vem se observando uma mudança no padrão de fertilidade ao longo dos anos. A mulher moderna tem investido mais tempo nos estudos e na carreira profissional, e deixando a maternidade para mais tarde. Segundo dados do IBGE, o percentual de nascidos vivos de mães com 35 anos ou mais passou de 9,14% em 2003 para 13,4% em 2016 (https://sidra.ibge.gov.br/tabela/2679). Esse comportamento gera uma dúvida: como fica a fertilidade. Sabe-se que a fertilidade diminui com o avançar da idade feminina, de forma mais marcante após os 35 anos. Além da redução no número de óvulos (reserva ovariana), a qualidade deles também sofre uma piora progressiva e irreparável, levando a um aumento no risco de aneuploidias (doenças cromossômicas, como a síndrome de Down) e abortamentos. Esse processo natural de envelhecimento reprodutivo feminino não possui tratamento, mas graças às inovações da Medicina, hoje existem alternativas preventivas.

oocyteO congelamento de óvulos consiste permite preservar os óvulos da mulher com a idade em que foi realizado o procedimento. Ou seja, se uma mulher congelar óvulos aos 35 anos e tentar engravidar aos 40 anos, os óvulos terão 35 anos no momento em que forem utilizados, permitindo melhores chances de gravidez e menores riscos de alterações cromossômicas.

A seguir, perguntas e respostas para as dúvidas mais comuns…

 

Quais as indicações para congelar óvulos?

Mulheres com câncer e que serão submetidas a quimioterapia e/ou radioterapia, e mulheres que desejam postergar a maternidade por questões sociais ou falta de parceiro no momento.

Quais os exames necessários antes do procedimento?

São obrigatórios os exames de sangue para pesquisa de doenças infecto-contagiosas (HIV, sífilis, hepatites B e C, HTLV e Zika vírus). É recomendado que a mulher esteja em dia com seus exames ginecológicos de rotina.

Como é feito o procedimento?

Para obter uma quantidade maior de óvulos em uma só vez, a mulher deve utilizar hormônios injetáveis por um período médio de 10 a 12 dias. Durante esse tempo, são realizadas ecografias transvaginais para monitorar o crescimento dos folículos (reservatórios dos óvulos). No momento em que os folículos atingiram o tamanho adequado, é realizada a coleta. O procedimento é realizado na clínica de Reprodução Assistida sob anestesia por via vaginal, sem cortes ou pontos, dura em torno de 30 minutos, e a paciente fica recuperada e tem alta em torno de 30 minutos após. Nesse dia, os embriologistas da clínica vão analisar os óvulos e realizar a vitrificação, técnica mais moderna para congelamento.

Existe quantidade certa de óvulos a serem congelados?

A literatura varia em relação a esse tópico. Alguns autores sugerem pelo menos 8, e outros já consideram mais seguro congelar entre 12 e 15 óvulos. Dependendo da idade feminina, mais de uma coleta pode ser necessária para garantir uma quantidade adequada de reserva.

Qual a idade ideal para congelar os óvulos?

Quanto mais jovem a mulher for, maior é quantidade de óvulos congelados, porém menor será a probabilidade dessa mulher utilizá-los, pois ela tem mais tempo para engravidar espontaneamente. Existem trabalhos tentando avaliar custo-efetividade do congelamento, e parece que a idade ideal seria entre 35 a 37 anos. De forma geral, o ideal é congelar por volta dos 35 anos.

Os óvulos congelados tem prazo de validade?

Não, o procedimento é considerado seguro, e o tempo de congelamento não parece afetar a qualidade dos óvulos. Eles podem ser descongelados e fertilizados a qualquer momento.

Qual a idade limite para engravidar?

Independente da idade em que os óvulos foram congelados, a idade feminina tem influência nos riscos relacionados à gestação. O Conselho Federal de Medicina recomenda que os tratamentos de reprodução assistida sejam realizados preferencialmente em mulheres de até 50 anos. Mulheres acima de 50 anos com boa saúde podem realizar o tratamento, desde que em comum acordo com a equipe médica e cientes dos riscos aumentados de pressão alta, diabetes gestacional e outras doenças.

Quais os riscos?

O tratamento envolve o uso de hormônios, portanto os riscos são semelhantes ao risco das pílulas anticoncepcionais. O uso é por prazo curto e limitado a um ciclo menstrual, fazendo com que o tratamento seja muito seguro. As queixas mais comuns são inchaço, dor de cabeça e desconforto abdominal. Com relação ao procedimento, os dados de literatura médica sugerem que os óvulos congelados tem a mesma capacidade de fertilização/implantação que os óvulos frescos, e os desfechos gestacionais são semelhantes aos de mulheres que engravidaram naturalmente.

Qual a diferença entre congelar óvulos X embriões?

O óvulo é apenas o gameta feminino. Já o embrião é formado após a fertilização do óvulo pelo espermatozóide. Também é possível congelar embriões, porém isso envolve o homem, com o consentimento assinado pelo casal.

Depois de congelar os óvulos, como utilizar?

Caso a mulher decida engravidar e necessite lançar mão dos óvulos congelados (por exemplo, por idade muito avançada ou mesmo infertilidade), realiza-se o descongelamento e em seguida é feita a fertilização in vitro dos mesmos, utilizando os espermatozóides do parceiro, ou de um doador anônimo (banco de sêmen congelado). Após esse processo, é realizada a implantação dos embriões dentro do útero.

Os óvulos podem ser descartados?

Caso a mulher não queira mais manter os óvulos congelados, pode optar por descartar a qualquer momento. Caso a mulher tenha até 35 anos no momento do congelamento, pode também realizar doação anônima para a clínica, que será responsável por doar para outra mulher com características físicas semelhantes e que necessite desse tratamento (por exemplo, mulheres na menopausa ou com idade avançada).

Qual o custo do procedimento?

O custo total, incluindo as despesas da clínica e as medicações injetáveis, fica em torno de 13 a 15 mil reais. O custo para manutenção dos óvulos congelados fica em torno de 900 reais por ano. Caso a paciente descarte seus óvulos, deixa de pagar manutenção.

Congelamento de óvulos

Com a entrada cada vez mais forte da mulher no mercado de trabalho, vem se observando uma mudança no padrão de fertilidade ao longo dos anos. A mulher moderna tem investido mais tempo nos estudos e na carreira profissional, e deixando a maternidade para mais tarde. Segundo dados do IBGE, o percentual de nascidos vivos de mães com 35 anos ou mais passou de 9,14% em 2003 para 13,4% em 2016 (https://sidra.ibge.gov.br/tabela/2679). Esse comportamento gera uma dúvida: como fica a fertilidade. Sabe-se que a fertilidade diminui com o avançar da idade feminina, de forma mais marcante após os 35 anos. Além da redução no número de óvulos (reserva ovariana), a qualidade deles também sofre uma piora progressiva e irreparável, levando a um aumento no risco de aneuploidias (doenças cromossômicas, como a síndrome de Down) e abortamentos. Esse processo natural de envelhecimento reprodutivo feminino não possui tratamento, mas graças às inovações da Medicina, hoje existem alternativas preventivas.

oocyteO congelamento de óvulos consiste permite preservar os óvulos da mulher com a idade em que foi realizado o procedimento. Ou seja, se uma mulher congelar óvulos aos 35 anos e tentar engravidar aos 40 anos, os óvulos terão 35 anos no momento em que forem utilizados, permitindo melhores chances de gravidez e menores riscos de alterações cromossômicas.

A seguir, perguntas e respostas para as dúvidas mais comuns…

 

Quais as indicações para congelar óvulos?

Mulheres com câncer e que serão submetidas a quimioterapia e/ou radioterapia, e mulheres que desejam postergar a maternidade por questões sociais ou falta de parceiro no momento.

Quais os exames necessários antes do procedimento?

São obrigatórios os exames de sangue para pesquisa de doenças infecto-contagiosas (HIV, sífilis, hepatites B e C, HTLV e Zika vírus). É recomendado que a mulher esteja em dia com seus exames ginecológicos de rotina.

Como é feito o procedimento?

Para obter uma quantidade maior de óvulos em uma só vez, a mulher deve utilizar hormônios injetáveis por um período médio de 10 a 12 dias. Durante esse tempo, são realizadas ecografias transvaginais para monitorar o crescimento dos folículos (reservatórios dos óvulos). No momento em que os folículos atingiram o tamanho adequado, é realizada a coleta. O procedimento é realizado na clínica de Reprodução Assistida sob anestesia por via vaginal, sem cortes ou pontos, dura em torno de 30 minutos, e a paciente fica recuperada e tem alta em torno de 30 minutos após. Nesse dia, os embriologistas da clínica vão analisar os óvulos e realizar a vitrificação, técnica mais moderna para congelamento.

Existe quantidade certa de óvulos a serem congelados?

A literatura varia em relação a esse tópico. Alguns autores sugerem pelo menos 8, e outros já consideram mais seguro congelar entre 12 e 15 óvulos. Dependendo da idade feminina, mais de uma coleta pode ser necessária para garantir uma quantidade adequada de reserva.

Qual a idade ideal para congelar os óvulos?

Quanto mais jovem a mulher for, maior é quantidade de óvulos congelados, porém menor será a probabilidade dessa mulher utilizá-los, pois ela tem mais tempo para engravidar espontaneamente. Existem trabalhos tentando avaliar custo-efetividade do congelamento, e parece que a idade ideal seria entre 35 a 37 anos. De forma geral, o ideal é congelar por volta dos 35 anos.

Os óvulos congelados tem prazo de validade?

Não, o procedimento é considerado seguro, e o tempo de congelamento não parece afetar a qualidade dos óvulos. Eles podem ser descongelados e fertilizados a qualquer momento.

Qual a idade limite para engravidar?

Independente da idade em que os óvulos foram congelados, a idade feminina tem influência nos riscos relacionados à gestação. O Conselho Federal de Medicina recomenda que os tratamentos de reprodução assistida sejam realizados preferencialmente em mulheres de até 50 anos. Mulheres acima de 50 anos com boa saúde podem realizar o tratamento, desde que em comum acordo com a equipe médica e cientes dos riscos aumentados de pressão alta, diabetes gestacional e outras doenças.

Quais os riscos?

O tratamento envolve o uso de hormônios, portanto os riscos são semelhantes ao risco das pílulas anticoncepcionais. O uso é por prazo curto e limitado a um ciclo menstrual, fazendo com que o tratamento seja muito seguro. As queixas mais comuns são inchaço, dor de cabeça e desconforto abdominal. Com relação ao procedimento, os dados de literatura médica sugerem que os óvulos congelados tem a mesma capacidade de fertilização/implantação que os óvulos frescos, e os desfechos gestacionais são semelhantes aos de mulheres que engravidaram naturalmente.

Qual a diferença entre congelar óvulos X embriões?

O óvulo é apenas o gameta feminino. Já o embrião é formado após a fertilização do óvulo pelo espermatozóide. Também é possível congelar embriões, porém isso envolve o homem, com o consentimento assinado pelo casal.

Depois de congelar os óvulos, como utilizar?

Caso a mulher decida engravidar e necessite lançar mão dos óvulos congelados (por exemplo, por idade muito avançada ou mesmo infertilidade), realiza-se o descongelamento e em seguida é feita a fertilização in vitro dos mesmos, utilizando os espermatozóides do parceiro, ou de um doador anônimo (banco de sêmen congelado). Após esse processo, é realizada a implantação dos embriões dentro do útero.

Os óvulos podem ser descartados?

Caso a mulher não queira mais manter os óvulos congelados, pode optar por descartar a qualquer momento. Caso a mulher tenha até 35 anos no momento do congelamento, pode também realizar doação anônima para a clínica, que será responsável por doar para outra mulher com características físicas semelhantes e que necessite desse tratamento (por exemplo, mulheres na menopausa ou com idade avançada).

Qual o custo do procedimento?

O custo total, incluindo as despesas da clínica e as medicações injetáveis, fica em torno de 13 a 15 mil reais. O custo para manutenção dos óvulos congelados fica em torno de 900 reais por ano. Caso a paciente descarte seus óvulos, deixa de pagar manutenção.

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