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Vantagens dos contraceptivos de longa duração

Os Contraceptivos de longa duração (LARCs) são: DIU de cobre, DIU hormonal, implante subdérmico, hormônio injetável trimestral. O uso dos mesmos tem aumentado nos últimos anos, graças a um acesso maior à informação por parte de pacientes e médicos, mas ainda não é suficiente…

Assisti um vídeo bem interessante (acesse o link aqui), onde uma especialista do CDC dos Estados Unidos fala sobre a importância do uso desses métodos em adolescentes. Eles são eficazes, seguros, confiáveis e mais baratos que pílulas orais ou uso de camisinha. Você deve estar se perguntando: “como assim?!”

Eficazes: a adolescente que optar por pílula oral ou camisinha terá no mínimo 10 vezes mais chance de engravidar no primeiro ano de uso do que aquela que usar LARC

Seguros: não aumentam o risco de infecção uterina ou vaginal, nem de contrair DSTs

Confiáveis: adolescentes que usam LARC se sentem mais seguras e mantém o método, muito mais que as usuárias de pílula oral (abandono alto no primeiro ano)

Mais baratos: quando são oferecidos pílula ou método de longa duração SEM custo, a maioria das adolescentes opta pelos LARCs. Um cálculo do governo americano estima que se economiza 5 dólares para cada 1 dólar gasto com LARCs

Algumas barreiras ainda precisam ser derrubadas: falta de treinamento médico na inserção/remoção dos LARCs, crença infundada de que DIUs não podem ser usados em pacientes que nunca tiveram filhos, medo (sem embasamento científico) de infecções pélvicas, etc.

No Brasil, existe uma lei federal que OBRIGA os planos de saúde a fornecerem métodos para planejamento familiar, ou seja, ligadura tubária, vasectomia, DIU de cobre, DIU hormonal.

Agora, muito importante: gravidez não é doença, e os métodos contraceptivos de longa duração NÃO protegem contra doenças sexualmente transmissíveis. A camisinha deve ser usada sempre, em todas as relações sexuais. Além dos médicos, os pais devem participaram da educação das adolescentes, tanto no sentido de orientar sobre o momento de iniciar atividade sexual, quanto no sentido de oferecer atendimento ginecológico e métodos contraceptivos para aquelas que já estão ativas.

Dra Carolina Andreoli

CREMERS 28814

Fontes: Medscape, CDC

Vantagens dos contraceptivos de longa duração

Os Contraceptivos de longa duração (LARCs) são: DIU de cobre, DIU hormonal, implante subdérmico, hormônio injetável trimestral. O uso dos mesmos tem aumentado nos últimos anos, graças a um acesso maior à informação por parte de pacientes e médicos, mas ainda não é suficiente…

Assisti um vídeo bem interessante (acesse o link aqui), onde uma especialista do CDC dos Estados Unidos fala sobre a importância do uso desses métodos em adolescentes. Eles são eficazes, seguros, confiáveis e mais baratos que pílulas orais ou uso de camisinha. Você deve estar se perguntando: “como assim?!”

Eficazes: a adolescente que optar por pílula oral ou camisinha terá no mínimo 10 vezes mais chance de engravidar no primeiro ano de uso do que aquela que usar LARC

Seguros: não aumentam o risco de infecção uterina ou vaginal, nem de contrair DSTs

Confiáveis: adolescentes que usam LARC se sentem mais seguras e mantém o método, muito mais que as usuárias de pílula oral (abandono alto no primeiro ano)

Mais baratos: quando são oferecidos pílula ou método de longa duração SEM custo, a maioria das adolescentes opta pelos LARCs. Um cálculo do governo americano estima que se economiza 5 dólares para cada 1 dólar gasto com LARCs

Algumas barreiras ainda precisam ser derrubadas: falta de treinamento médico na inserção/remoção dos LARCs, crença infundada de que DIUs não podem ser usados em pacientes que nunca tiveram filhos, medo (sem embasamento científico) de infecções pélvicas, etc.

No Brasil, existe uma lei federal que OBRIGA os planos de saúde a fornecerem métodos para planejamento familiar, ou seja, ligadura tubária, vasectomia, DIU de cobre, DIU hormonal.

Agora, muito importante: gravidez não é doença, e os métodos contraceptivos de longa duração NÃO protegem contra doenças sexualmente transmissíveis. A camisinha deve ser usada sempre, em todas as relações sexuais. Além dos médicos, os pais devem participaram da educação das adolescentes, tanto no sentido de orientar sobre o momento de iniciar atividade sexual, quanto no sentido de oferecer atendimento ginecológico e métodos contraceptivos para aquelas que já estão ativas.

Dra Carolina Andreoli

CREMERS 28814

Fontes: Medscape, CDC

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