browser icon
Você está usando uma versão insegura do seu navegador web. Por favor atualize seu navegado!
Usando um navegador desatualizado torna seu computador inseguro. Para mais segurança, velocidade, uma experiência mais agradável, atualize o seu navegador hoje ou tente um novo navegador.

Cuidado com as notícias falsas: vacinas para combater a covid-19 não tem relação com a infertilidade

As alegações espalhadas nas redes sociais de que as vacinas contra a covid-19 podem afetar a fertilidade feminina são falsas. Essas notícias têm sido disseminadas e falam que a vacina deixaria as mulheres inférteis ou faria seus próprios corpos atacarem a placenta.

Não há nenhum mecanismo biológico que explique uma possível relação entre fertilidade e a vacinação: não existe capacidade de a vacina transmitir o vírus, nem de alterar a composição genética do corpo.  Na realidade, há muitas evidências vindas de outras vacinas do tipo, incluindo a da gripe, de que não há nenhum impacto na fertilidade, sendo também seguras para uso durante a gravidez. A infecção pelo coronavírus pode, em alguns casos, causar problemas na saúde reprodutiva, mas a probabilidade de alguém ter problemas é muito maior nesse caso, quando comparada à situação de alguém que já está vacinado. 

Algumas postagens sugeriram, também, que a vacina da Pfizer poderia afetar a fertilidade porque contém proteínas utilizadas para fazer a placenta, levando o corpo a atacar sua própria placenta. Isso é uma mentira: embora essa vacina tenha uma proteína semelhante com a que o corpo desenvolve na placenta, não há risco de confundir o corpo humano por causa da familiaridade entre ambas. No caso de mulheres que já estão grávidas, os cientistas destacam que os efeitos das vacinas existentes contra a covid-19 ainda não foram testadas nesse grupo.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou recomendações sobre as vacinas oferecidas pela Pfizer-BionTech e Moderna, aconselhando que grávidas não sejam vacinadas, mas o alerta está baseado na falta de dados, não em evidências de que tomar a injeção pode causar prejuízos à saúde da gestante. Porém, quando uma mulher grávida apresenta um alto risco de exposição ao vírus, como no caso das profissionais de saúde, ou apresenta comorbidades, a OMS aconselha que a vacinação seja discutida com o médico de confiança. Mulheres grávidas correm maior risco de desenvolver sintomas graves da doença do que as não grávidas, além de haver associação com maior chance de desenvolvimento do parto prematuro.

No Brasil, o Ministério da Saúde adverte que a segurança e eficácia das vacinas não foram avaliadas em gestantes, recomendando que grávidas enquadradas em grupos prioritários devem realizar a vacinação após avaliação cautelosa dos riscos e benefícios. No caso de mulheres que estão amamentando, as evidências indicam riscos colaterais muito baixos, sugerindo que não há problema em vaciná-las. 

Cuidado com as notícias falsas: vacinas para combater a covid-19 não tem relação com a infertilidade

As alegações espalhadas nas redes sociais de que as vacinas contra a covid-19 podem afetar a fertilidade feminina são falsas. Essas notícias têm sido disseminadas e falam que a vacina deixaria as mulheres inférteis ou faria seus próprios corpos atacarem a placenta.

Não há nenhum mecanismo biológico que explique uma possível relação entre fertilidade e a vacinação: não existe capacidade de a vacina transmitir o vírus, nem de alterar a composição genética do corpo.  Na realidade, há muitas evidências vindas de outras vacinas do tipo, incluindo a da gripe, de que não há nenhum impacto na fertilidade, sendo também seguras para uso durante a gravidez. A infecção pelo coronavírus pode, em alguns casos, causar problemas na saúde reprodutiva, mas a probabilidade de alguém ter problemas é muito maior nesse caso, quando comparada à situação de alguém que já está vacinado. 

Algumas postagens sugeriram, também, que a vacina da Pfizer poderia afetar a fertilidade porque contém proteínas utilizadas para fazer a placenta, levando o corpo a atacar sua própria placenta. Isso é uma mentira: embora essa vacina tenha uma proteína semelhante com a que o corpo desenvolve na placenta, não há risco de confundir o corpo humano por causa da familiaridade entre ambas. No caso de mulheres que já estão grávidas, os cientistas destacam que os efeitos das vacinas existentes contra a covid-19 ainda não foram testadas nesse grupo.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou recomendações sobre as vacinas oferecidas pela Pfizer-BionTech e Moderna, aconselhando que grávidas não sejam vacinadas, mas o alerta está baseado na falta de dados, não em evidências de que tomar a injeção pode causar prejuízos à saúde da gestante. Porém, quando uma mulher grávida apresenta um alto risco de exposição ao vírus, como no caso das profissionais de saúde, ou apresenta comorbidades, a OMS aconselha que a vacinação seja discutida com o médico de confiança. Mulheres grávidas correm maior risco de desenvolver sintomas graves da doença do que as não grávidas, além de haver associação com maior chance de desenvolvimento do parto prematuro.

No Brasil, o Ministério da Saúde adverte que a segurança e eficácia das vacinas não foram avaliadas em gestantes, recomendando que grávidas enquadradas em grupos prioritários devem realizar a vacinação após avaliação cautelosa dos riscos e benefícios. No caso de mulheres que estão amamentando, as evidências indicam riscos colaterais muito baixos, sugerindo que não há problema em vaciná-las. 

Agendamentos abertos, ligar 996881183 (celular e WhatsApp)
Avenida Independência 1183 sala 808
Estacionamento próprio no prédio (SafePark)
© 2014 Carolina Andreoli - Todos os Direitos Reservados. CREATIVE & DESIGN BY : RTWEB&DESIGN / POADESIGN - Internet Soluctions.