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É possível engravidar depois dos 40? Confira quais os possíveis riscos

Engravidar depois dos 40 anos é uma realidade cada vez mais comum. As mulheres estão optando por postergar a gestão, focando em outras realizações primeiro, como o desenvolvimento profissional e o autoconhecimento. 

Se tornar mãe é sim um sonho possível, embora as chances sejam menores do que quando a mulher é mais jovem. Com o avanço da idade, os óvulos têm uma qualidade menor, o que dificulta as chances de gravidez. Além disso, a mulher possui mais risco de aborto e doenças. A medicina reprodutiva entra como importante aliada neste cenário, contribuindo para uma gestação saudável. Após os 35 anos, considera-se a gravidez como tardia, em que as chances de sucesso diminuem e existe maior grau de complicações. Para conseguir obter sucesso depois dessa idade, a mulher deve seguir algumas dicas, como: 

  • Realizar o exame do Hormônio Anti-Mulleriano;
  • Realizar um check-up antes de começar as tentativas para engravidar;
  • Verificar a taxa de fertilidade, por meio dos níveis de FSH e/ou estradiol no início do ciclo menstrual, pois são os hormônios que indicam a ovulação;
  • Começar a tomar ácido fólico cerca de três meses antes de começar as tentativas para engravidar;
  • Evitar o estresse e a ansiedade;
  • Praticar exercícios físicos regularmente;
  • Ter uma alimentação saudável;
  • Ter relações sexuais frequentes durante o período fértil.

Porém, se após seis meses de tentativas a gravidez depois dos 40 não acontecer, a indicação médica é recorrer aos métodos de reprodução assistida. Existem quatro técnicas principais, confira! 

1. Inseminação artificial: ideal para casais sem problemas graves de infertilidade, mas que apresentam dificuldade na ovulação ou baixa quantidade e mobilidade dos espermatozoides. Nesse método, para facilitar o encontro do espermatozoide com o óvulo, o sêmen é inserido diretamente no colo do útero. A fecundação ocorre dentro do corpo da mulher, mas é necessário avaliar as trompas, a fim de garantir que o esmpermatozoide encontre e fecunde o óvulo. 

2. Fertilização In Vitro (FIV): indicada para casos de infertilidade mais graves, como problemas nas trompas, sequelas de infecções e endometriose. Nesse sentido, a FIV coleta os gametas feminino e masculino. Para isso, as mulheres precisam passar pelo processo de estimulação da ovulação, com medicamentos hormonais. Posteriormente, acontece a coleta dos óvulos. Os homens, por sua vez, concedem a amostra do esperma. 

A próxima etapa da FIV é a fecundação, em que óvulo e espermatozoides são unidos em laboratório. Acontece, então, a formação do embrião. Após alguns dias de cultivo em estufa, o embrião chega à fase de blastocisto e é transferido ao útero. Abaixo, confira a tabela com as chances de sucesso da gestação por meio dessa técnica:

Fonte: Instituto Paulista de Ginecologia e Obstetrícia 

3. Congelamento de óvulos: também chamado de criopreservação, é a técnica que preserva óvulos jovens em nitrogênio líquido, por meio da vitrificação. É um tratamento muito eficaz para quem planeja adiar a maternidade. O ideal é realizar esse procedimento dos 20 aos 30 anos, auge da fertilidade. Por isso, a idade recomendada para o congelamento é de até 35 anos, segundo dados da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana (SBRA).

Fonte: Instituto Paulista de Ginecologia e Obstetrícia 

4. Ovodação: alternativa em que são utilizados óvulos jovens de outra paciente. É uma opção no caso de mulheres com diminuição da reserva ovariana causada por idade avançada, falência ovariana precoce, tratamentos oncológicos e doenças genéticas. 

É permitida a doação voluntária dos óvulos, conforme Resolução n° 2.168/2017 do Conselho Federal de Medicina (CFM). Além disso, também é aceita a doação compartilhada, em casos que doadora e receptora estão participando de tratamentos de reprodução assistida. O processo é totalmente anônimo e sigiloso. 

Fonte: Instituto Paulista de Ginecologia e Obstetrícia 

Quer saber mais sobre esses métodos? Agende sua avaliação e vamos conversar!

É possível engravidar depois dos 40? Confira quais os possíveis riscos

Engravidar depois dos 40 anos é uma realidade cada vez mais comum. As mulheres estão optando por postergar a gestão, focando em outras realizações primeiro, como o desenvolvimento profissional e o autoconhecimento. 

Se tornar mãe é sim um sonho possível, embora as chances sejam menores do que quando a mulher é mais jovem. Com o avanço da idade, os óvulos têm uma qualidade menor, o que dificulta as chances de gravidez. Além disso, a mulher possui mais risco de aborto e doenças. A medicina reprodutiva entra como importante aliada neste cenário, contribuindo para uma gestação saudável. Após os 35 anos, considera-se a gravidez como tardia, em que as chances de sucesso diminuem e existe maior grau de complicações. Para conseguir obter sucesso depois dessa idade, a mulher deve seguir algumas dicas, como: 

  • Realizar o exame do Hormônio Anti-Mulleriano;
  • Realizar um check-up antes de começar as tentativas para engravidar;
  • Verificar a taxa de fertilidade, por meio dos níveis de FSH e/ou estradiol no início do ciclo menstrual, pois são os hormônios que indicam a ovulação;
  • Começar a tomar ácido fólico cerca de três meses antes de começar as tentativas para engravidar;
  • Evitar o estresse e a ansiedade;
  • Praticar exercícios físicos regularmente;
  • Ter uma alimentação saudável;
  • Ter relações sexuais frequentes durante o período fértil.

Porém, se após seis meses de tentativas a gravidez depois dos 40 não acontecer, a indicação médica é recorrer aos métodos de reprodução assistida. Existem quatro técnicas principais, confira! 

1. Inseminação artificial: ideal para casais sem problemas graves de infertilidade, mas que apresentam dificuldade na ovulação ou baixa quantidade e mobilidade dos espermatozoides. Nesse método, para facilitar o encontro do espermatozoide com o óvulo, o sêmen é inserido diretamente no colo do útero. A fecundação ocorre dentro do corpo da mulher, mas é necessário avaliar as trompas, a fim de garantir que o esmpermatozoide encontre e fecunde o óvulo. 

2. Fertilização In Vitro (FIV): indicada para casos de infertilidade mais graves, como problemas nas trompas, sequelas de infecções e endometriose. Nesse sentido, a FIV coleta os gametas feminino e masculino. Para isso, as mulheres precisam passar pelo processo de estimulação da ovulação, com medicamentos hormonais. Posteriormente, acontece a coleta dos óvulos. Os homens, por sua vez, concedem a amostra do esperma. 

A próxima etapa da FIV é a fecundação, em que óvulo e espermatozoides são unidos em laboratório. Acontece, então, a formação do embrião. Após alguns dias de cultivo em estufa, o embrião chega à fase de blastocisto e é transferido ao útero. Abaixo, confira a tabela com as chances de sucesso da gestação por meio dessa técnica:

Fonte: Instituto Paulista de Ginecologia e Obstetrícia 

3. Congelamento de óvulos: também chamado de criopreservação, é a técnica que preserva óvulos jovens em nitrogênio líquido, por meio da vitrificação. É um tratamento muito eficaz para quem planeja adiar a maternidade. O ideal é realizar esse procedimento dos 20 aos 30 anos, auge da fertilidade. Por isso, a idade recomendada para o congelamento é de até 35 anos, segundo dados da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana (SBRA).

Fonte: Instituto Paulista de Ginecologia e Obstetrícia 

4. Ovodação: alternativa em que são utilizados óvulos jovens de outra paciente. É uma opção no caso de mulheres com diminuição da reserva ovariana causada por idade avançada, falência ovariana precoce, tratamentos oncológicos e doenças genéticas. 

É permitida a doação voluntária dos óvulos, conforme Resolução n° 2.168/2017 do Conselho Federal de Medicina (CFM). Além disso, também é aceita a doação compartilhada, em casos que doadora e receptora estão participando de tratamentos de reprodução assistida. O processo é totalmente anônimo e sigiloso. 

Fonte: Instituto Paulista de Ginecologia e Obstetrícia 

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