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Grávida não bebe e não fuma

A dependência em drogas lícita ou ilícitas é considerada, pela Organização Mundial de Saúde (OMS), uma doença. O dia 20/02 é Dia Nacional de Combate às Drogas e Alcoolismo. No caso de mulheres que estão grávidas essas consequências podem ser gravíssimas prejudicando a gravidez e o bebê. 

Em casos mais graves, o consumo de álcool pode provocar alterações na formação facial, má formação de alguns órgãos, baixo peso e retardo mental. “Eles têm problemas de aprendizagem (principalmente de matemática), memória, fala, audição, atenção e para a resolução de problemas, que se mostram principalmente na idade escolar e no relacionamento com outras pessoas”, explica artigo da Sociedade Brasileira de Pediatria. 

O consumo de drogas, como a maconha, provoca problemas no desenvolvimento e crescimento fetal, além de retardos no sistema nervoso e distúrbios neurocomportamentais. Drogas como a cocaína podem trazer consequências ainda mais graves: “Dado seu efeito vasoconstrictor, o consumo da cocaína pode provocar hipertensão arterial, taquicardia e arritmias, precipitando crises hipertensivas. Seu uso durante a gestação provoca ainda várias outras alterações graves: abortamento, descolamento prematuro de placenta, ruptura prematura de membranas, contrações uterinas precoces, movimentos fetais excessivos, parto pré‐termo, ruptura uterina”, segundo a SBP.  Além disso, a substância em contato com feto pode restringir o crescimento fetal, provocar partos prematuros, aumentar a frequência cardíaca e da pressão arterial. Por fim, a exposição pré natal à cocaína tem sido associada à ocorrência de psicopatologias, como déficit de atenção e hiperatividade, depressão, ansiedade e ideação suicida. 

Droga lícita em nossa sociedade, o tabagismo, pode provocar, ainda segundo estudo da Sociedade Brasileira de Pediatria, menor ganho de peso durante a gestação; abortamento; aumento da frequência de partos de pré‐termo; descolamento prematuro da placenta. O feto pode sofrer com menor ganho de peso e maior risco de morte súbita. 

Pensando em tudo isso, a Organização das Nações Unidas (ONU) lançou uma campanha em favor dos primeiros 1.000 dias do bebê (da concepção até a amamentação, no final do segundo ano de vida) como uma janela de oportunidade para melhorar a saúde do bebê com impacto para toda a vida. Medidas simples devem ser tomadas: manter uma alimentação balanceada, praticar exercícios físicos regularmente, cessar tabagismo, evitar álcool e outras drogas, dentre outras.

“A gestação é um momento único, onde temos a oportunidade de participar na formação de um ser humano. Tudo nessa etapa conta, qualquer esforço vale a pena, pois um filho é para a vida toda. Evite álcool e drogas na gestação, assim você terá mais chances de levar um bebê saudável para casa”, explica a Dra. Carolina Andreoli.

Informações: Sociedade Brasileira de Pediatria e Unicef

Saiba mais:

https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/2016/10/Conceio-Segre-Drogas-na-gestao-e-seus-agravos-do-feto-ao-adulto.pdf

https://www.unicef-irc.org/article/958-the-first-1000-days-of-life-the-brains-window-of-opportunity.html

Grávida não bebe e não fuma

A dependência em drogas lícita ou ilícitas é considerada, pela Organização Mundial de Saúde (OMS), uma doença. O dia 20/02 é Dia Nacional de Combate às Drogas e Alcoolismo. No caso de mulheres que estão grávidas essas consequências podem ser gravíssimas prejudicando a gravidez e o bebê. 

Em casos mais graves, o consumo de álcool pode provocar alterações na formação facial, má formação de alguns órgãos, baixo peso e retardo mental. “Eles têm problemas de aprendizagem (principalmente de matemática), memória, fala, audição, atenção e para a resolução de problemas, que se mostram principalmente na idade escolar e no relacionamento com outras pessoas”, explica artigo da Sociedade Brasileira de Pediatria. 

O consumo de drogas, como a maconha, provoca problemas no desenvolvimento e crescimento fetal, além de retardos no sistema nervoso e distúrbios neurocomportamentais. Drogas como a cocaína podem trazer consequências ainda mais graves: “Dado seu efeito vasoconstrictor, o consumo da cocaína pode provocar hipertensão arterial, taquicardia e arritmias, precipitando crises hipertensivas. Seu uso durante a gestação provoca ainda várias outras alterações graves: abortamento, descolamento prematuro de placenta, ruptura prematura de membranas, contrações uterinas precoces, movimentos fetais excessivos, parto pré‐termo, ruptura uterina”, segundo a SBP.  Além disso, a substância em contato com feto pode restringir o crescimento fetal, provocar partos prematuros, aumentar a frequência cardíaca e da pressão arterial. Por fim, a exposição pré natal à cocaína tem sido associada à ocorrência de psicopatologias, como déficit de atenção e hiperatividade, depressão, ansiedade e ideação suicida. 

Droga lícita em nossa sociedade, o tabagismo, pode provocar, ainda segundo estudo da Sociedade Brasileira de Pediatria, menor ganho de peso durante a gestação; abortamento; aumento da frequência de partos de pré‐termo; descolamento prematuro da placenta. O feto pode sofrer com menor ganho de peso e maior risco de morte súbita. 

Pensando em tudo isso, a Organização das Nações Unidas (ONU) lançou uma campanha em favor dos primeiros 1.000 dias do bebê (da concepção até a amamentação, no final do segundo ano de vida) como uma janela de oportunidade para melhorar a saúde do bebê com impacto para toda a vida. Medidas simples devem ser tomadas: manter uma alimentação balanceada, praticar exercícios físicos regularmente, cessar tabagismo, evitar álcool e outras drogas, dentre outras.

“A gestação é um momento único, onde temos a oportunidade de participar na formação de um ser humano. Tudo nessa etapa conta, qualquer esforço vale a pena, pois um filho é para a vida toda. Evite álcool e drogas na gestação, assim você terá mais chances de levar um bebê saudável para casa”, explica a Dra. Carolina Andreoli.

Informações: Sociedade Brasileira de Pediatria e Unicef

Saiba mais:

https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/2016/10/Conceio-Segre-Drogas-na-gestao-e-seus-agravos-do-feto-ao-adulto.pdf

https://www.unicef-irc.org/article/958-the-first-1000-days-of-life-the-brains-window-of-opportunity.html

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