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Março Amarelo para conscientizar sobre a endometriose

A campanha MARÇO AMARELO busca conscientizar as pessoas sobre uma doença muito comum: a endometriose, doença que afeta em torno de 10% das mulheres em idade reprodutiva. Visando ampliar o conhecimento da doença e com isso permitir diagnóstico e tratamento adequado a aproximadamente 6 milhões de brasileiras acometidas pela doença, a câmara dos deputados aprovou mês passado a criação do Dia Nacional da Luta contra a Endometriose, a ser comemorado dia 13 de março. O projeto institui também a Semana Nacional de Educação Preventiva e de Enfrentamento à Endometriose, e aguarda aprovação do senado.

Os sintomas principais da endometriose são:

  • Dismenorréia (dor na menstruação)
  • Dispareunia (dor na relação sexual)
  • Dor pélvica crônica
  • Dor ao urinar e/ou evacuar
  • Infertilidade

“Os sintomas dolorosos podem surgir já na adolescência, e causar um grande prejuízo na qualidade de vida dessas mulheres. Apesar disso, muitas vezes os sintomas são tratados como ‘cólicas normais’ e ocorre um atraso substancial no diagnósticos, levando a repercussões negativas na fertilidade”, alerta a Dra. Carolina Andreoli . Com relação à fertilidade, até metade das pacientes com endometriose apresentam infertilidade associada, o que gera preocupação em um cenário onde mulheres engravidam cada vez mais tarde.

O diagnóstico pode ser clínico (sintomas dolorosos típicos), ecográfico (cistos de endometriose ovariana, por exemplo), mas principalmente cirúrgico, através da videolaparoscopia. “O tratamento vai depender do desejo reprodutivo da paciente, e visa reduzir a dor e melhorar qualidade de vida. Pacientes sem desejo de engravidar podem usar contraceptivos hormonais (pílula, injeção, DIU hormonal), injeções de análogos do GnRH (para causar menopausa medicamentosa), ou mesmo serem submetidas a cirurgia”, detalha Carolina. Mulheres com desejo de engravidar devem ser tratadas de acordo com a idade, promovendo investigação e tratamentos após 6 meses de tentativas na maioria dos casos. Independentemente do desejo expresso pela paciente, é dever do médico ginecologista ao fazer o diagnóstico de endometriose, já orientar sobre o risco aumentado de infertilidade e sobre as técnicas de reprodução assistida (congelamento de óvulos, congelamento de embriões).

REFERÊNCIAS:

CÂMARA DOS DEPUTADOS: https://www.camara.leg.br/noticias/639082-plenario-aprova-dia-nacional-de-luta-contra-a-endometriose/

SBRH (Sociedade Brasileira de Reprodução Humana): https://www.sbrh.org.br/?p=4973

SBRA (Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida): https://sbra.com.br/noticias/marco-amarelo-reproducao-assistida-e-opcao-para-mulheres-em-idade-fertil-com-diagnostico-de-endometriose/

Março Amarelo para conscientizar sobre a endometriose

A campanha MARÇO AMARELO busca conscientizar as pessoas sobre uma doença muito comum: a endometriose, doença que afeta em torno de 10% das mulheres em idade reprodutiva. Visando ampliar o conhecimento da doença e com isso permitir diagnóstico e tratamento adequado a aproximadamente 6 milhões de brasileiras acometidas pela doença, a câmara dos deputados aprovou mês passado a criação do Dia Nacional da Luta contra a Endometriose, a ser comemorado dia 13 de março. O projeto institui também a Semana Nacional de Educação Preventiva e de Enfrentamento à Endometriose, e aguarda aprovação do senado.

Os sintomas principais da endometriose são:

  • Dismenorréia (dor na menstruação)
  • Dispareunia (dor na relação sexual)
  • Dor pélvica crônica
  • Dor ao urinar e/ou evacuar
  • Infertilidade

“Os sintomas dolorosos podem surgir já na adolescência, e causar um grande prejuízo na qualidade de vida dessas mulheres. Apesar disso, muitas vezes os sintomas são tratados como ‘cólicas normais’ e ocorre um atraso substancial no diagnósticos, levando a repercussões negativas na fertilidade”, alerta a Dra. Carolina Andreoli . Com relação à fertilidade, até metade das pacientes com endometriose apresentam infertilidade associada, o que gera preocupação em um cenário onde mulheres engravidam cada vez mais tarde.

O diagnóstico pode ser clínico (sintomas dolorosos típicos), ecográfico (cistos de endometriose ovariana, por exemplo), mas principalmente cirúrgico, através da videolaparoscopia. “O tratamento vai depender do desejo reprodutivo da paciente, e visa reduzir a dor e melhorar qualidade de vida. Pacientes sem desejo de engravidar podem usar contraceptivos hormonais (pílula, injeção, DIU hormonal), injeções de análogos do GnRH (para causar menopausa medicamentosa), ou mesmo serem submetidas a cirurgia”, detalha Carolina. Mulheres com desejo de engravidar devem ser tratadas de acordo com a idade, promovendo investigação e tratamentos após 6 meses de tentativas na maioria dos casos. Independentemente do desejo expresso pela paciente, é dever do médico ginecologista ao fazer o diagnóstico de endometriose, já orientar sobre o risco aumentado de infertilidade e sobre as técnicas de reprodução assistida (congelamento de óvulos, congelamento de embriões).

REFERÊNCIAS:

CÂMARA DOS DEPUTADOS: https://www.camara.leg.br/noticias/639082-plenario-aprova-dia-nacional-de-luta-contra-a-endometriose/

SBRH (Sociedade Brasileira de Reprodução Humana): https://www.sbrh.org.br/?p=4973

SBRA (Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida): https://sbra.com.br/noticias/marco-amarelo-reproducao-assistida-e-opcao-para-mulheres-em-idade-fertil-com-diagnostico-de-endometriose/

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