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Não é tão simples engravidar: chances não passam de 20% até os 30 anos

Para quem acredita que engravidar é fácil, os fatos científicos apontam o contrário: As chances de engravidar de uma mulher com menos de 30 anos, que tem ciclos menstruais regulares e relações sexuais todos os dias por um no, fica entre 15 a 20% ao mês. Na prática, a cada dez mulheres, apenas duas engravidaram. 

E no caso das “sortudas” que conseguem engravidar, pode levar um tempo para acontecer. Segundo um estudo de 2003, publicado na revista Human Reproduction, para um casal fazendo sxo desprotegido, isso geralmente demora seis meses. Se, após um ano tentando e os testes continuarem negativos, o casal é considerado infértil. 

Mas afinal, por que as chances de sucesso logo de cara são tão baixas? É importante compreender como funciona nosso organismo. Após a ejaculação, os espermatozoides se encontram na vagina. Antes de entrarem no útero, o colo, que funciona como uma espécie de “guarda”, bloqueia a passagem de quase 99% deles. Não é uma seleção entre o mais rápido ou mais forte, mas uma tentativa de excluir os “anormais”, com cabeças estranhas ou duas caudas, por exemplo. E esse processo precisa ser bem rápido, porque os espermatozoides duram até mais ou menos uns três dias no canal vaginal, e o óvulo cerca de oito horas após a ovulação. 


Depois de entrarem no útero, eles são impulsionados pelas contrações uterinas até as trompas. Lá, esperam a chegada do óvulo. Quando isso ocorre, os espermatozoides nadam freneticamente, até se prenderem a ele. Por fim, um sortudo pode conseguir entrar. E falando em estatísticas, apenas um em 250 milhões consegue entrar no óvulo.

Agora que você sabe o que precisa acontecer, surgem obstáculos: primeiro, os ovários podem não produzir um óvulo, devido a algum desequilíbrio hormonal. Segundo, se o óvulo for liberado, mais de um espermatozoide pode fecundá-lo, o que reduz as taxas de sobrevivência do embrião. Além disso, eles podem simplesmente nem chegar. Alterações no útero ou nas trompas funcionam como obstáculos dessa locomoção. Por fim, se a fecundação ocorrer, o óvulo precisa descer para se alinhar ao endométrio, que também pode estar comprometido.

Os homens também desempenham um papel importante na dificuldade de engravidar: o principal problema é justamente a quantidade de espermatozoides que são soltos. Quanto menor esse número, menores as chances. E, segundo pesquisas, essa quantidade tem ficado cada vez menor no mundo. O problema ainda maior é a qualidade do esperma, perdida ao longo dos anos. O esperma mais velho também acumula mutações que podem chegar até o bebê. 

Para as mulheres, acontece algo parecido: as chances de engravidar caem porque os óvulos perdem a qualidade. Quando se tem entre 36 e 37 anos, cai para 15%; aos 38 e 40 anos; apenas 10% de chance. Após essa idade, a chance é irrisória, o que prejudica a fertilização. As mudanças socioculturais tornaram a gravidez um plano tardio, pelo menos para grande parte das mulheres. 

As mulheres que têm esse poder de escolha têm optado cada vez mais pelo congelamento de óvulos. Quando o óvulo é congelado, as chances de engravidar são as mesmas da idade que a mulher tinha quando realizou a técnica. Além desse procedimento, a fertilização in vitro também é muito utilizada. As taxas de sucesso, nesse caso, são maiores com a ajuda da tecnologia, subindo para quase 60%, já que o embrião é inserido  “pronto” dentro da mulher, devendo evoluir e aderir à parede do útero. 

Não é tão simples engravidar: chances não passam de 20% até os 30 anos

Para quem acredita que engravidar é fácil, os fatos científicos apontam o contrário: As chances de engravidar de uma mulher com menos de 30 anos, que tem ciclos menstruais regulares e relações sexuais todos os dias por um no, fica entre 15 a 20% ao mês. Na prática, a cada dez mulheres, apenas duas engravidaram. 

E no caso das “sortudas” que conseguem engravidar, pode levar um tempo para acontecer. Segundo um estudo de 2003, publicado na revista Human Reproduction, para um casal fazendo sxo desprotegido, isso geralmente demora seis meses. Se, após um ano tentando e os testes continuarem negativos, o casal é considerado infértil. 

Mas afinal, por que as chances de sucesso logo de cara são tão baixas? É importante compreender como funciona nosso organismo. Após a ejaculação, os espermatozoides se encontram na vagina. Antes de entrarem no útero, o colo, que funciona como uma espécie de “guarda”, bloqueia a passagem de quase 99% deles. Não é uma seleção entre o mais rápido ou mais forte, mas uma tentativa de excluir os “anormais”, com cabeças estranhas ou duas caudas, por exemplo. E esse processo precisa ser bem rápido, porque os espermatozoides duram até mais ou menos uns três dias no canal vaginal, e o óvulo cerca de oito horas após a ovulação. 


Depois de entrarem no útero, eles são impulsionados pelas contrações uterinas até as trompas. Lá, esperam a chegada do óvulo. Quando isso ocorre, os espermatozoides nadam freneticamente, até se prenderem a ele. Por fim, um sortudo pode conseguir entrar. E falando em estatísticas, apenas um em 250 milhões consegue entrar no óvulo.

Agora que você sabe o que precisa acontecer, surgem obstáculos: primeiro, os ovários podem não produzir um óvulo, devido a algum desequilíbrio hormonal. Segundo, se o óvulo for liberado, mais de um espermatozoide pode fecundá-lo, o que reduz as taxas de sobrevivência do embrião. Além disso, eles podem simplesmente nem chegar. Alterações no útero ou nas trompas funcionam como obstáculos dessa locomoção. Por fim, se a fecundação ocorrer, o óvulo precisa descer para se alinhar ao endométrio, que também pode estar comprometido.

Os homens também desempenham um papel importante na dificuldade de engravidar: o principal problema é justamente a quantidade de espermatozoides que são soltos. Quanto menor esse número, menores as chances. E, segundo pesquisas, essa quantidade tem ficado cada vez menor no mundo. O problema ainda maior é a qualidade do esperma, perdida ao longo dos anos. O esperma mais velho também acumula mutações que podem chegar até o bebê. 

Para as mulheres, acontece algo parecido: as chances de engravidar caem porque os óvulos perdem a qualidade. Quando se tem entre 36 e 37 anos, cai para 15%; aos 38 e 40 anos; apenas 10% de chance. Após essa idade, a chance é irrisória, o que prejudica a fertilização. As mudanças socioculturais tornaram a gravidez um plano tardio, pelo menos para grande parte das mulheres. 

As mulheres que têm esse poder de escolha têm optado cada vez mais pelo congelamento de óvulos. Quando o óvulo é congelado, as chances de engravidar são as mesmas da idade que a mulher tinha quando realizou a técnica. Além desse procedimento, a fertilização in vitro também é muito utilizada. As taxas de sucesso, nesse caso, são maiores com a ajuda da tecnologia, subindo para quase 60%, já que o embrião é inserido  “pronto” dentro da mulher, devendo evoluir e aderir à parede do útero. 

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