browser icon
Você está usando uma versão insegura do seu navegador web. Por favor atualize seu navegado!
Usando um navegador desatualizado torna seu computador inseguro. Para mais segurança, velocidade, uma experiência mais agradável, atualize o seu navegador hoje ou tente um novo navegador.

Redução da Mortalidade Materna

28 de Maio – Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna

Em 28 de Maio comemora-se o Dia Nacional de Redução da  Mortalidade Materna, e também o Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher. Você sabe porque essas datas são tão importantes?

A mortalidade materna é aquela que ocorre durante a gestação ou até 42 dias após o parto. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente 830 mulheres morrem todos os dias por causas evitáveis relacionadas à gestação e o parto. A maioria dos óbitos ocorre em países em desenvolvimento. Duas regiões, a África sub-saariana e o Sul da Ásia, contribuem com 86% dos óbitos. Entre 2000 e 2017 houve redução de 38% na taxa de mortalidade materna global, de 342 para 211 mortes a cada 100.000 nascidos vivos. Isso significa uma redução anual de 2.9%. Apesar da queda substancial, esse número representa menos da metade da queda anual necessária de 6.4% para atingir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável de até 70 mortes maternas a cada 100.000 nascidos vivos.

Não são só as mortes que preocupam os especialistas. Para cada mulher que morre, aproximadamente 20 apresentam lesões graves, infecções e sequelas. As adolescentes também preocupam, e o risco de morte materna está aumentado em gestantes de até 15 anos.

A principal causa de morte materna é a hemorragia (27% dos casos). Outras causas importantes são os distúrbios hipertensivos (pré-eclâmpsia e eclâmpsia), infecções, complicações no parto e abortos clandestinos.

Como evitar essas mortes maternas?

  • Todas as mulheres devem ter acompanhamento com profissionais capacitados durante o pré-natal, parto e pós-parto
  • A pré-eclâmpsia deve ser detectada e tratada antes das convulsões e de outras complicações potencialmente fatais; o uso do sulfato de magnésio reduz o risco de eclâmpsia
  • A hemorragia grave pós-parto pode matar uma mulher saudável em poucas horas, e o uso da oxitocina  logo após o nascimento previne 60% dos casos de hemorragia 
  • A infecção pós-parto pode ser eliminada se uma boa higiene for praticada e seus primeiros sinais forem reconhecidos e logo tratados
  • Devemos evitar gestações indesejadas e precoces (na adolescência), oferecendo métodos contraceptivos e assistência a abortos seguros onde a legislação permitir

Estratégia Zero Morte Materna por Hemorragia

A hemorragia no pós-parto é uma das maiores causas de mortes de mães na região das Américas. Por isso, a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) – por meio do Centro Latino-Americano para Perinatologia – Saúde das Mulheres e Reprodutiva (CLAP/SMR) – lançou em 2014 a estratégia Zero Morte Materna por Hemorragia, que tem como objetivo mobilizar governos, sociedade civil e comunidades em lugares onde a hemorragia obstétrica é a principal causa das mortes maternas.

O projeto – que também é desenvolvido na Bolívia, na Guatemala, no Haiti, no Peru e na República Dominicana – foi implantado no Brasil em 2015 em parceria com o Ministério da Saúde do Brasil.

Juntos, a OPAS/OMS e o Ministério da Saúde organizam uma série de oficinas de capacitação de profissionais por meio da estratégia Zero Morte Materna por Hemorragia.

Dra. Carolina Andreoli – CRM/RS 28814

REFERÊNCIAS:

UNICEF Maternal Mortality: https://data.unicef.org/topic/maternal-health/maternal-mortality/

WHO Maternal Mortality: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/maternal-mortality

OPAS Brasil Mortalidade Materna: https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=5741:folha-informativa-mortalidade-materna&Itemid=820

Redução da Mortalidade Materna

28 de Maio – Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna

Em 28 de Maio comemora-se o Dia Nacional de Redução da  Mortalidade Materna, e também o Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher. Você sabe porque essas datas são tão importantes?

A mortalidade materna é aquela que ocorre durante a gestação ou até 42 dias após o parto. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente 830 mulheres morrem todos os dias por causas evitáveis relacionadas à gestação e o parto. A maioria dos óbitos ocorre em países em desenvolvimento. Duas regiões, a África sub-saariana e o Sul da Ásia, contribuem com 86% dos óbitos. Entre 2000 e 2017 houve redução de 38% na taxa de mortalidade materna global, de 342 para 211 mortes a cada 100.000 nascidos vivos. Isso significa uma redução anual de 2.9%. Apesar da queda substancial, esse número representa menos da metade da queda anual necessária de 6.4% para atingir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável de até 70 mortes maternas a cada 100.000 nascidos vivos.

Não são só as mortes que preocupam os especialistas. Para cada mulher que morre, aproximadamente 20 apresentam lesões graves, infecções e sequelas. As adolescentes também preocupam, e o risco de morte materna está aumentado em gestantes de até 15 anos.

A principal causa de morte materna é a hemorragia (27% dos casos). Outras causas importantes são os distúrbios hipertensivos (pré-eclâmpsia e eclâmpsia), infecções, complicações no parto e abortos clandestinos.

Como evitar essas mortes maternas?

  • Todas as mulheres devem ter acompanhamento com profissionais capacitados durante o pré-natal, parto e pós-parto
  • A pré-eclâmpsia deve ser detectada e tratada antes das convulsões e de outras complicações potencialmente fatais; o uso do sulfato de magnésio reduz o risco de eclâmpsia
  • A hemorragia grave pós-parto pode matar uma mulher saudável em poucas horas, e o uso da oxitocina  logo após o nascimento previne 60% dos casos de hemorragia 
  • A infecção pós-parto pode ser eliminada se uma boa higiene for praticada e seus primeiros sinais forem reconhecidos e logo tratados
  • Devemos evitar gestações indesejadas e precoces (na adolescência), oferecendo métodos contraceptivos e assistência a abortos seguros onde a legislação permitir

Estratégia Zero Morte Materna por Hemorragia

A hemorragia no pós-parto é uma das maiores causas de mortes de mães na região das Américas. Por isso, a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) – por meio do Centro Latino-Americano para Perinatologia – Saúde das Mulheres e Reprodutiva (CLAP/SMR) – lançou em 2014 a estratégia Zero Morte Materna por Hemorragia, que tem como objetivo mobilizar governos, sociedade civil e comunidades em lugares onde a hemorragia obstétrica é a principal causa das mortes maternas.

O projeto – que também é desenvolvido na Bolívia, na Guatemala, no Haiti, no Peru e na República Dominicana – foi implantado no Brasil em 2015 em parceria com o Ministério da Saúde do Brasil.

Juntos, a OPAS/OMS e o Ministério da Saúde organizam uma série de oficinas de capacitação de profissionais por meio da estratégia Zero Morte Materna por Hemorragia.

Dra. Carolina Andreoli – CRM/RS 28814

REFERÊNCIAS:

UNICEF Maternal Mortality: https://data.unicef.org/topic/maternal-health/maternal-mortality/

WHO Maternal Mortality: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/maternal-mortality

OPAS Brasil Mortalidade Materna: https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=5741:folha-informativa-mortalidade-materna&Itemid=820

© 2014 Carolina Andreoli - Todos os Direitos Reservados. CREATIVE & DESIGN BY : RTWEB&DESIGN / POADESIGN - Internet Soluctions.