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Tudo o que você precisa saber sobre reprodução assistida em 5 pontos

Nem todos os casais conseguem ter um bebê com facilidade. Alguns se frustram tentativa após tentativa, mesmo em idade fértil.Quando a gravidez não acontece até um ano mantendo relações sem contraceptivos, ocorre a infertilidade conjugal. Estima-se que até 15% da população passe por esse problema. Quanto mais se envelhece, maior a dificuldade. É nessas horas que convém pedir uma mão à reprodução assistida.

Esse é um ramo que só cresce na medicina. Segundo dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), as clínicas de reprodução assistida realizaram 43 098 ciclos de fertilização in vitro só em 2018. A procura também é elevada entre as pessoas que desejam preservar a fertilidade no futuro: em 2018, havia 88 776 embriões congelados, segundo relatório do Sistema Nacional de Produção de Embriões. Com esse cenário de alta procura, surgem, também, muitas dúvidas. Por isso, tracei 5 pontos fundamentais para você entender melhor sobre esse assunto.

1.Quando é necessário procurar a reprodução assistida?
A orientação é para casais com mais de 30 anos que não conseguem engravidar após um ano de tentativa. A partir dos 35 anos, a fertilidade feminina diminui, aumentando também as chances de uma gestação de risco. Se o número de espermatozoides do homem estiver nulo ou muito baixo, ou se a mulher apresentar problemas persistentes na ovulação ou trompas, será necessário aderir à reprodução assistida.

  1. Existem exames para comprovar a infertilidade?
    Quando há suspeita, são solicitadas avaliações para o casal. Inicialmente, verifica-se a existência de alguma infecção sexualmente transmissível, realizando-se a dosagem de hormônios exames de sorologias no sangue do homem e da mulher. Nas mulheres, checa-se a ovulação, o útero e as trompas. Já no homem, é realizado o espermograma e verifica-se a função sexual do casal. Dependendo dos resultados, são recomendadas medidas prévias, como uso de medicamentos ou mudanças no estilo de vida
  2. O que é a inseminação artificial?
    O processo se inicia com o uso de hormônios e acompanhamento do tamanho dos folículos ovarianos. Próximo do dia da ovulação da mulher, o esperma do homem é coletado e passa por testes que avaliam a mobilidade e qualidade das células. Quando a mulher estiver ovulando, o sêmen será inserido no colo do útero por meio de uma pequena sonda via canal vaginal e, após 10 a 15 dias, realiza-se o teste para descobrir se o processo foi bem sucedido.
  3. O que é a fertilização in vitro?
    Entre 10 e 12 dias após a administração de hormônios, ocorre a coleta dos gametas masculino e feminino. Os espermatozoides são testados, e o material passa para a fase de fecundação, quando há duas técnicas possíveis: na tradicional, são colocados sobre um óvulo; na outra, são inseridos diretamente dentro do óvulo. Depois de três a cinco dias, o embrião formado com a união das células é transferido ao útero por um cateter e, dez dias depois, é possível saber se deu tudo certo.
  4. Além dos casais que desejam engravidar, quem tira proveito dessas técnicas? Métodos como o congelamento de óvulos ou sêmen podem ser benéficos em casos de casais que pretendem realizar esse sonho em um futuro mais distante, sem que haja o risco de a idade atrapalhar os planos. Pessoas que vão se tratar de um câncer, por exemplo, também costumam fazer isso antes de passar pela quimo ou radioterapia, que podem afetar a fertilidade. Casais LGBT são outro público com interesse na reprodução assistida, que permite filhos biológicos com sêmen de doador, no caso das mulheres, ou óvulo de doadora e útero de substituição, no caso dos homens.

Tudo o que você precisa saber sobre reprodução assistida em 5 pontos

Nem todos os casais conseguem ter um bebê com facilidade. Alguns se frustram tentativa após tentativa, mesmo em idade fértil.Quando a gravidez não acontece até um ano mantendo relações sem contraceptivos, ocorre a infertilidade conjugal. Estima-se que até 15% da população passe por esse problema. Quanto mais se envelhece, maior a dificuldade. É nessas horas que convém pedir uma mão à reprodução assistida.

Esse é um ramo que só cresce na medicina. Segundo dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), as clínicas de reprodução assistida realizaram 43 098 ciclos de fertilização in vitro só em 2018. A procura também é elevada entre as pessoas que desejam preservar a fertilidade no futuro: em 2018, havia 88 776 embriões congelados, segundo relatório do Sistema Nacional de Produção de Embriões. Com esse cenário de alta procura, surgem, também, muitas dúvidas. Por isso, tracei 5 pontos fundamentais para você entender melhor sobre esse assunto.

1.Quando é necessário procurar a reprodução assistida?
A orientação é para casais com mais de 30 anos que não conseguem engravidar após um ano de tentativa. A partir dos 35 anos, a fertilidade feminina diminui, aumentando também as chances de uma gestação de risco. Se o número de espermatozoides do homem estiver nulo ou muito baixo, ou se a mulher apresentar problemas persistentes na ovulação ou trompas, será necessário aderir à reprodução assistida.

  1. Existem exames para comprovar a infertilidade?
    Quando há suspeita, são solicitadas avaliações para o casal. Inicialmente, verifica-se a existência de alguma infecção sexualmente transmissível, realizando-se a dosagem de hormônios exames de sorologias no sangue do homem e da mulher. Nas mulheres, checa-se a ovulação, o útero e as trompas. Já no homem, é realizado o espermograma e verifica-se a função sexual do casal. Dependendo dos resultados, são recomendadas medidas prévias, como uso de medicamentos ou mudanças no estilo de vida
  2. O que é a inseminação artificial?
    O processo se inicia com o uso de hormônios e acompanhamento do tamanho dos folículos ovarianos. Próximo do dia da ovulação da mulher, o esperma do homem é coletado e passa por testes que avaliam a mobilidade e qualidade das células. Quando a mulher estiver ovulando, o sêmen será inserido no colo do útero por meio de uma pequena sonda via canal vaginal e, após 10 a 15 dias, realiza-se o teste para descobrir se o processo foi bem sucedido.
  3. O que é a fertilização in vitro?
    Entre 10 e 12 dias após a administração de hormônios, ocorre a coleta dos gametas masculino e feminino. Os espermatozoides são testados, e o material passa para a fase de fecundação, quando há duas técnicas possíveis: na tradicional, são colocados sobre um óvulo; na outra, são inseridos diretamente dentro do óvulo. Depois de três a cinco dias, o embrião formado com a união das células é transferido ao útero por um cateter e, dez dias depois, é possível saber se deu tudo certo.
  4. Além dos casais que desejam engravidar, quem tira proveito dessas técnicas? Métodos como o congelamento de óvulos ou sêmen podem ser benéficos em casos de casais que pretendem realizar esse sonho em um futuro mais distante, sem que haja o risco de a idade atrapalhar os planos. Pessoas que vão se tratar de um câncer, por exemplo, também costumam fazer isso antes de passar pela quimo ou radioterapia, que podem afetar a fertilidade. Casais LGBT são outro público com interesse na reprodução assistida, que permite filhos biológicos com sêmen de doador, no caso das mulheres, ou óvulo de doadora e útero de substituição, no caso dos homens.
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